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Ordenação do Pe. Gustavo Alves Batista

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Pe. Gustavo foi ordenado presbítero da Arquidiocese de Porto Alegre nesta sexta-feira, dia 9 de junho de 2017, às 20h, na Paróquia Nossa Senhora da Salette, em Porto Alegre, pelo arcebispo metropolitano de Porto Alegre, Dom Jaime Spengler.

Ele é o caçula entre os seis diáconos ordenados presbíteros da Arquidiocese de Porto Alegre neste ano. Gustavo Alves Batista completou 27 anos em abril passado e é ciente que sua juventude pode ser um sinal a tantos outros adolescentes, não apenas da vocação sacerdotal, mas de uma proximidade com Cristo. "Se consegui fazer essa experiência com Deus, ela é possível para todo mundo, não é algo extraordinário", afirma o diácono que receberá o segundo grau do sacramento da Ordem nesta sexta-feira, dia 9 de junho. A missa será presidida pelo arcebispo metropolitano de Porto Alegre, Dom Jaime Spengler, na paróquia Nossa Senhora da Salette, na Zona Norte da Capital, às 20h.

Foi num grupo de jovens que Gustavo se sentiu chamado pela primeira vez. A irmã, Carla, já participava do Curso de Liderança Juvenil (CLJ) da paróquia, mas o porto-alegrense só decidiu também fazer parte tempos depois. Foi acolhido em 2003 e no ano seguinte foi convidado a fazer o retiro. Ali se sentiu inserido e de alguma maneira começou a brotar o sentido da vocação. "Ao fazer o curso descobri algo novo que eu nunca tinha vivido e queria estar a serviço, ajudar, estar engajado", recorda.

O despertar da vocação

A partir dessa experiência, o jovem que nunca tinha cogitado o sacerdócio se interessou pelo modo de vida dos seminaristas que atuavam na paróquia. Nas conversas com os vocacionados recebeu o convite para participar do encontro Kairós e o encantamento com o seminário aconteceu. "É aqui que eu quero morar", foi o que pensou Gustavo, aos 14 anos.

Os pais, Sílvia e Luiz Carlos, que não tinham uma vivência pastoral, estranharam. O adolescente tinha feito a catequese de 1ª Eucaristia por imposição e agora queria ser padre. "A família não entendia a experiência que eu tinha feito, a inserção na vida da comunidade, o despertar pelo serviço. Achavam que poderia ser uma fuga, já que sempre fui muito tímido", conta o diácono.

Percebendo a necessidade de amadurecer a ideia, Gustavo e os pais decidiram que ele continuaria participando dos encontros vocacionais, mas não cursaria o Ensino Médio no seminário. Nesse período fez estágios e se engajou mais na paróquia, que já o via como vocacionado. E assim cada vez mais o interesse pela área de Educação Física foi ficando de lado.

Testemunho à família e agradecimento à comunidade

O ingresso no Propedêutico ocorreu em 2008. Paralelamente à caminhada de Gustavo no seminário, a família foi acompanhando os momentos marcantes, como as formaturas em Filosofia e Teologia, e o vínculo criado com tantas pessoas e comunidades que se alegravam com a vocação do filho. Nesse período a mãe recebeu a 1ª Eucaristia e a Crisma e os pais legitimaram o sacramento do Matrimônio.

Por ser de uma família que não tinha participação na comunidade de fé, o diácono se questionava de onde tinha surgido a vocação. A resposta veio de uma mensagem do Papa Francisco, que disse que toda vocação nasce da oração de uma mãe, de uma vó ou de uma comunidade. "A mãe e a vó rezavam pela minha felicidade, com certeza, mas não para eu ser padre. Mas na comunidade, em todas as missas, se rezava a oração pelas vocações", recorda, demonstrando carinho e gratidão pela paróquia Nossa Senhora da Salette.

Ser padre e não fazer coisas de padre

A ideia de ser pastor, que às vezes está à frente guiando, mas também caminha atrás e ao lado incentivando e resgatando o rebanho, motiva Gustavo para o ministério ordenado. "Me vejo feliz fazendo isso, ajudando as pessoas a chegarem mais perto de Deus, estando à serviço delas", garante. Ele ressalta, porém, a preocupação em ser padre, e não apenas fazer coisas próprias de padre. "As coisas não são o ministério. O que mantem esse ser é a vida de oração, é a experiência do primeiro encontro com Jesus", reflete, explicando que poderia servir as pessoas por meio de diversas profissões e ajudar o mundo a ser melhor de outras maneiras. "Mas me reconheci neste caminho, neste modo de ser", completa.

Fotos: Flavio Bilhalva
Pastoral da Comunicação


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